dia totalmente feliz...
estava no centro da cidade quando resolvi entrar numa banca de jornal (as bancas de lá são ótimas e em cada esquina tem uma, adoro isso. rs), e fui logo pra parte dos mangás. daí que eu fui catucando por lá e acabo achando o primeiro volume de "Hikaru no Go". eu fiquei olhando fixamente pro Hikaru que tava na capa e fiquei pensando "cara, que foda! essa banca vende mangá importado", mesmo olhos brilharam, mesmo não entendendo lhufas de kana/kanji (tentei, mas aprender sozinha isso é, digamos que bem teeenso, pra não dizer algo pior) eu ia comprar, só pra guardar mesmo porque me fascinou esse mangá quando eu li (e fiquei viciada também, não conseguia nem parar de ler). mas até que meus olhos desceram mais um pouco e eu vi o símbolo da JBC e as palavras em português, pronto (os 23 meses mais pobre estavam começando ali). eu fiquei tão, tão embasbacada que nem reparei que mesmo a capa daqui é diferente e pensei logo que era importado (idiota, não?).
Iguais, não? Não mesmo ; mas a emoção foi demais pra perceber *o*
fiquei muito satisfeita, não apenas pelo mangá ser ótimo e eu achar que os traços/detalhes do mangá são muito bons (a arte é do mesmo autor de Death Note, Takeshi Obata), mas porque acho que com ele o Go pode começar a se espalhar no Brasil (eu mesma tentei achar um lugar pra aprender um tempo atrás e quem disse que eu encontrei por aqui perto? nem o tabuleiro pra vender eu sequer vi), mesmo que seja só entre o povo otaku (que já é uma grande parcela). é um jogo díficil ao meu ver, mas que conta bastante com a estratégia do jogador e com a dedução do mesmo para realizar as jogadas.
a história começa com Hikaru e sua amiga (Akari) no sótão do avô dele, tentando achar algo de interessante. até que ele acha um goban (tabulairo de Go) e percebe que tem umas manchas nele, neste exato momento, começa o primeiro contato de Hikaru com Fujiwara no Sai, um fantasma do antigo jogador de Go do Período Heian que se suicidou e sua alma não encontrou paz porque desejava continuar a jogar, sua grande paixão. eles começam a se entender e Hikaru decide então jogar conforme as instruções de Sai e no decorrer da história ele mesmo começa a se interessar pelo jogo e conhecer personagens que são completamente famosos no "mundo Go", como o Akira Touya e seu paui, Touya Meijin, entre outros.
enfim, fica aqui um resumo sobre a história e toda minha admiração por ela, apesar de ter achado a tradução ao pé da letra demais, deixando de lado os "costumes", como "ienes" que virou "pratas", "-sensei" virou "Professor ...", e o Touya foi traduzido como Toya (todas as citações que eu vejo na Internet e traduções do mangá, o nome aparece realmente como Toya). mas fazer o que né? ainda estou contente com o lançamento :D

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